30 outubro, 2009

Avião da FAB sumiu na Floresta Amazônica

Editoria de Arte / G1
Avião desaparecido deu sinal de alerta 1 hora após a decolagem
Onze pessoas estavam a bordo de aeronave. Buscas na região seguirão durante a madrugada

 

 

Avião desaparecido com 11 pessoas

transportava técnicos da FUNASA; 

Alerta foi emitido após a decolagem


O avião C-98 Caravan da Força Aérea Brasileira (FAB) que desapareceu na manhã desta quinta-feira (29) na Amazônia, entre os municípios de Cruzeiro do Sul (AC) e Tabatinga (AM), transportava técnicos da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) e emitiu um sinal de emergência 58 minutos após a decolagem. De acordo com informações da Infraero de Cruzeiro do Sul (AC) e da FAB, havia 11 pessoas a bordo, sendo sete da Funasa e quatro militares. A Força Aérea ainda não confirma a queda do avião.
A aeronave decolou de Cruzeiro do Sul por volta das 10h30 (horário de Brasília) e deveria ter chegado às 12h15 no destino, mas, até o momento, não há informações sobre seu paradeiro.
De acordo com as últimas informações da FAB, o Salvaero, órgão da Força Aérea que coordena operações de busca e resgate, recebeu o sinal de emergência emitido pela aeronave 58 minutos após a decolagem. Com base nas informações do ELT e nos últimos contatos de radar e rádio com o controle de tráfego aéreo, foi possível estabelecer uma área para fazer as buscas.
  • Divulgação/FAB
    Imagem de arquivo mostra modelo idêntico ao que desapareceu

A base de operações de busca será montada em Cruzeiro do Sul. O resgate continua no local mesmo após o anoitecer.
A FAB colocou mais aeronaves para trabalhar na operação. São dois helicópteros H-60 Blackhawk, dois aviões C-105 Amazonas, um helicóptero HM-3 Super Cougar, um KC-130 Hércules, um SC-95 Bandeirante e a aeronave de reconhecimento R-99.
O R-99, usado no resgate dos destroços e vítimas do acidente do voo 447 da Air France, é equipado com um radar capaz de fornecer imagens eletrônicas sobre alvos em solo mesmo estando a altitudes elevadas. É utilizado em missões de resgate e em tarefas de inteligência como localização de pistas de pouso clandestinas. O radar é considerado pelos especialistas como um dos aviões-radares mais modernos do mundo.
Ainda segundo a FAB, 36 militares, entre médicos, enfermeiros e especialistas em resgate, foram deslocados para o local. Mais de cem militares participam da operação.
Motor único em avião aumenta vulnerabilidade
Com apenas um motor, o avião da Força Aérea Brasileira (FAB) é bastante vulnerável.
As famílias dos ocupantes do avião desaparecido estão recebendo assistência e informações sobre o trabalho, afirma a Força Aérea.
Equipe da Funasa
A equipe que estava a bordo do avião fazia o trabalho de vacinação em aldeias indígenas do vale do Javari, no extremo oeste do Estado do Amazonas.
A assessoria de comunicação da Funasa em Brasília confirmou que havia técnicos do órgão dentro do avião. Em nota, o órgão afirma que os "colaboradores foram designados para ações de imunização (Operação Gota) em cerca de 3,7 mil indígenas de, aproximadamente, 40 aldeias, no Vale do Javari, no Amazonas".
A operação é uma parceria entre o Ministério da Saúde e o Ministério da Defesa, por intermédio do Comando da Aeronáutica, que levava às populações residentes em áreas rurais e indígenas de difícil acesso as vacinas do calendário básico de vacinação nacional, além de vacinas específicas para povos indígenas.
Informações técnicas
Além de ser utilizado no transporte de cargas, o Caravan é bastante usado pela FAB no transporte de equipes médicas em missões do Correio Aéreo Nacional (CAN) que leva atendimento de saúde a comunidades isoladas da Amazônia. O avião é usado pela Força Aérea desde 1987.
A velocidade máxima que o C-98 Caravan pode chegar é 341 km/h. A aeronave, de fabricação norte-americana, possui 15,88 m de envergadura e 11,46 m de comprimento. O avião é utilizado no Brasil, Estados Unidos, Bolívia e Libéria.

28 outubro, 2009

Pilotos “que se distraíram” perdem as licenças de voo.

Washington (CNN) — O FAA (Federal Aviation Administration) suspendeu as licenças dos dois pilotos da Northwest Airlines que passaram do aeroporto de Minnesota por mais de 150 milhas (300 Km) durante um período de 78 minutos sem comunicação por rádio na semana passada.
Capt. Timothy B. Cheney, 53, e o First Officer Richard I. Cole, 54, estavam pilotando o voo 188 da Northwest de San Diego, California, para o aeroporto St. Paul em Minneapolis na quarta feira quando os controladores de tráfego aéreo perderam contato com o Airbus A320 sobre Denver, Colorado.
Cheney e Cole disseram aos investigadores que usaram seus laptops pessoais durante o voo, violando uma regra da companhia, e perderam a noção do tempo, informou o NTSB (National Transportation Safety Board).
Eles só perceberam a posição do avião depois que uma comissária perguntou sobre o estimado de tempo para o pouso.
// Lá, o FAA age rapidamente. Se ficar comprovada a negligência, as licenças de voo são revogadas imediatamente, e o mesmo ocorre conosco, mecânicos habilitados pelo FAA.

Lufthansa se torna melhor empresa aérea europeia na Ásia

A Lufthansa foi eleita a melhor empresa aérea européia pelos leitores das mais importantes revistas de viagem asiáticas. Os leitores das revistas do grupo TTG Asia Media, TTG Asia, TTG China, TTGmice e TTG-BTmice China, foram unânimes ao escolher a Lufthansa, mesmo tendo votado independentemente uma da outra.


A Lufthansa foi escolhida a “melhor empresa aérea de 2009” por ocasião da premiação CNBC Awaaz Travel Awards, na Índia. A CNBC Awaaz é líder das emissoras de TV indianas na área econômica. Os prêmios Travel-Awards estão entre os mais importantes da indústria de turismo indiana e contam com o apoio da mundialmente conhecida campanha “Incredible India” do Ministério do Turismo indiano.

Outro primeiro lugar foi dado à Lufthansa na Austrália por ocasião da premiação “National Travel Industry Awards 2009” como “melhor empresa aérea internacional estrangeira”. E, na edição asiática da revista Business Traveller, publicada mundialmente, a Lufthansa ficou entre as três melhores como melhor empresa aérea europeia e pelo programa de fidelidade Miles&More. Os leitores e usuários da revista online SmartTravelAsia.com elegeram a Lufthansa uma das dez melhores empresas aéreas do mundo, elogiando principalmente o serviço da Business Class.

“O prêmio TTG-Asia é concedido anualmente a organizações que se destacam na indústria do turismo na região Ásia/Pacífico, comprometendo-se especialmente com serviços de excelência”, disse Darren Ng, diretor-executivo da TTG Asia Media Pte Ltd em Cingapura.

“Orgulhamo-nos dos prêmios recebidos na Ásia e dos primeiros lugares obtidos na China e na Índia, nossos maiores mercados na Ásia. O fato de também termos sido premiados com um primeiro lugar na Austrália mostra o quanto a Lufthansa é valorizada na região”, disse Uwe Müller, diretor geral para a região Ásia/Pacífico da Lufthansa. Apesar de a Lufthansa não voar diretamente para a Austrália, a empresa aérea oferece cerca de 20 voos codeshare diários para a Austrália e a Nova Zelândia com parceiras da Star Alliance. “Os diversos prêmios dados por nossos clientes e pelos especialistas da crescente indústria do turismo asiática são motivo de grande orgulho para nós”, disse Müller. “Nossa estratégia de crescimento sustentável nos mercados asiáticos de sucesso está dando certo. Nossos clientes e parceiras de vendas não apenas reconhecem nosso alto nível de qualidade e nossa crescente malha para a Europa e além dela – nestes tempos de crise, eles valorizam principalmente nossa credibilidade e nosso contínuo engajamento nos mercados da Ásia.

A Lufthansa é a única grande empresa aérea europeia que continua servindo todos seus destinos asiáticos apesar da atual crise econômica, conectando-os com sua malha aérea mundial por meio dos seus centros de distribuição Frankfurt e Munique. Isso depois de ampliar mais uma vez sua oferta para a Ásia recentemente, em 2008, inaugurando novos destinos na China e na Índia. “Já por ocasião da crise financeira asiática dos anos 90 e durante as recessões de curto prazo que se seguiram aos atentados em Nova York em 2001 e também à SARS, mantivemos firmemente nosso engajamento na Ásia e fomos recompensados pelo constante aumento do número de passageiros oriundos dos mercados asiáticos”, acrescentou Uwe Müller. Desde então, a Lufthansa se transformou na maior empresa aérea europeia e de maior sucesso na região, com 23 destinos na Ásia e no Pacífico e mais de 190 voos semanais.

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